Amazônia: como ciclos astrológicos revelam o futuro do pulmão do planeta

Saiba como ciclos astrológicos revelam o futuro da Amazônia e a necessidade urgente de preservar o "pulmão do planeta".
Amazônia: como ciclos astrológicos revelam o futuro do pulmão do planeta
Foto: Era Sideral / Direitos Reservados

A história da Amazônia, a maior floresta tropical do planeta, é um centro vital de biodiversidade e palco de intensos conflitos e transformações ao longo dos séculos. Os acontecimentos históricos ligados a essa região podem ser analisados sob uma perspectiva astrológica, considerando como os trânsitos planetários e ciclos astrológicos influenciam as mudanças sociais, ambientais e políticas que ocorrem nesse vasto território.

Ao longo de sua história, a Amazônia foi marcada por momentos de grande tensão, tanto internos quanto externos. A astrologia oferece uma ferramenta única para compreender esses eventos como parte de um ciclo maior. Sob esse prisma, revela-se um padrão contínuo de dominação e resistência, destruição e regeneração. Cada trânsito planetário, de Plutão a Júpiter, carrega energias e lições que moldam o destino da floresta e dos povos que nela habitam. Assim como os astros influenciam grandes acontecimentos, as forças que moldam a história da Amazônia estão no coração das transformações cósmicas.

O ciclo de regeneração da Amazônia está longe de terminar. Para preservar essa floresta, será necessário um esforço coletivo e consciente, capaz de reverter as forças destrutivas e construir uma nova visão de harmonia entre seres humanos e natureza. O destino da Amazônia está intrinsecamente ligado ao futuro da humanidade, e os astros nos lembram da necessidade de agir com sabedoria e responsabilidade diante dos desafios globais.

Amazônia: um solo sagrado de transformações e resistência

A Amazônia não é apenas um bioma exuberante; é também um símbolo de resistência e regeneração. Desde tempos antigos, as culturas indígenas que habitam a região interagem com a floresta de formas que respeitam e sustentam o equilíbrio natural. Contudo, com a chegada dos colonizadores europeus e, mais tarde, a exploração econômica desenfreada, o destino da floresta sofreu reviravoltas drásticas que ainda hoje colocam em risco o “pulmão do planeta”.

Astrologicamente, a colonização da América do Sul e as invasões europeias refletem um ciclo de Plutão. No século XVI, durante um trânsito significativo desse planeta em Capricórnio, iniciou-se uma era de exploração dos recursos naturais e reconfiguração das forças sociais e naturais da região. Plutão, como planeta da destruição e renascimento, simboliza esses ciclos contínuos de morte e regeneração, que marcam tanto os ecossistemas quanto os povos que lutam para sobreviver.

A Amazônia sob o olhar dos astros: trânsitos e conflitos

Na década de 1980, durante a ditadura militar no Brasil, a Amazônia tornou-se palco de disputas por terras entre o governo e comunidades locais. Ao mesmo tempo, crescia a pressão internacional para preservar a floresta. Esse período foi marcado por um trânsito de Saturno sobre o Ascendente da Amazônia, simbolizando a imposição de limites e normas rígidas. Saturno, associado às restrições e ao esforço a longo prazo, trouxe a necessidade de estruturar ordens muitas vezes em detrimento da liberdade dos povos nativos.

Adicionalmente, os trânsitos de Urano em Aquário influenciaram a dinâmica social da época, promovendo inovações no pensamento e nas ações em relação à preservação ambiental. Urano, planeta da reforma e quebra de tradições, despertou uma consciência global sobre os impactos da destruição ambiental. Entretanto, os interesses de grupos poderosos continuaram a se opor ao bem-estar da floresta, dificultando avanços significativos.

Um novo ciclo de confrontos pela vida da Amazônia

Nos últimos anos, a Amazônia tem sido o centro de debates políticos e ambientais globais. Durante o governo de Jair Bolsonaro, por exemplo, o Brasil testemunhou um aumento significativo nas políticas de exploração da floresta, prejudicando esforços de preservação ambiental. Esse período, sob o trânsito de Júpiter em Capricórnio e Áries, trouxe uma ênfase na expansão econômica agressiva, característica do signo de Áries, mas sem considerar as consequências de longo prazo, como alerta Capricórnio. Assim, uma política focada em riqueza material prejudicou a riqueza natural.

Júpiter também influencia a forma como a sociedade toma decisões em momentos de expansão. Durante seu trânsito por Áries, as posturas políticas foram marcadas por impulsividade e destruição, ignorando a gravidade de não proteger a floresta. A luta dos defensores da Amazônia, embora constante, foi muitas vezes negligenciada, enquanto cientistas e ambientalistas alertavam para os perigos de seguir esse caminho destrutivo.

As vozes indígenas e a pressão coletiva

Atualmente, com o retorno de Plutão a Capricórnio, a Amazônia enfrenta um momento crucial de transformação. Plutão, símbolo de morte e renascimento, indica que estamos em um ciclo de mudanças estruturais intensas. Esse retorno, que ocorre a cada 248 anos, questiona novamente as estruturas de poder que dominam a região. A pressão internacional por uma gestão sustentável e o fortalecimento das vozes indígenas são indícios de que uma regeneração pode ser possível. No entanto, será necessário um esforço coletivo para transformar o paradigma dominante e reverter a destruição.

O trânsito de Plutão sugere que um novo ciclo de renovação está em curso, impulsionado por maior consciência global e uma reavaliação dos valores econômicos. Essa energia também simboliza a necessidade de um governo que respeite a natureza e priorize a preservação ambiental. O momento é decisivo, e dar voz aos povos indígenas, que conhecem profundamente a floresta, é essencial para mudar o futuro da Amazônia.

Carla Duarte

Há 30 anos, ajudo pessoas a se reconectarem com sua essência através do Tarot e do autoconhecimento, oferecendo consultas e formações inspiradoras para uma vida mais equilibrada e consciente.

Especialidades: Astrologia, Coaching, Meditação, Tarot

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