Artigos
O Eco de Deus: livro de Damásio Feliciano traz um novo olhar sobre fé, ciência e mistério
O livro O Eco de Deus, escrito por Damásio Feliciano, leva o leitor a uma jornada onde espiritualidade e ciência se entrelaçam para questionar os limites da realidade. A obra apresenta Elias, um arqueólogo que, guiado por símbolos antigos, visões e inteligências desconhecidas, descobre segredos capazes de transformar a história da humanidade.
A narrativa combina mistério, ficção científica e reflexões espirituais em uma trama que conecta o visível e o invisível, o mítico e o científico. A escrita de Damásio conduz o leitor por caminhos que exploram a consciência humana bem como os enigmas da existência.
Mais do que um romance de aventura, O Eco de Deus apresenta uma visão questionadora sobre a presença do sagrado no mundo moderno. Assim, ao longo da história, o protagonista é levado a enfrentar dilemas que ultrapassam a arqueologia, dessa forma, tocando dimensões universais que desafiam religiões, ciências e filosofias.
Sobre o autor
Damásio Feliciano é escritor, diretor de criação e artista visual. Seu trabalho une espiritualidade, ficção e ciência em narrativas que exploram a consciência e o mistério. Também é o responsável pela capa de O Eco de Deus, desenvolvida para refletir a essência simbólica da obra. Nas redes sociais, compartilha reflexões sobre espiritualidade contemporânea, escrita consciente e despertar interior.
FAQ sobre O Eco de Deus e Damásio Feliciano
O que torna O Eco de Deus diferente de outros romances espirituais?
A fusão entre ciência, espiritualidade e ficção simbólica cria uma narrativa única e instigante.
O livro é indicado apenas para leitores religiosos?
Não, a obra dialoga com buscadores de diferentes áreas, unindo ciência, filosofia e espiritualidade.
Quem é o protagonista da história?
Elias, um arqueólogo que segue visões e símbolos até uma descoberta capaz de mudar a humanidade.
O autor também produziu a capa do livro?
Sim, Damásio Feliciano é o responsável pela criação da capa, inspirada nos ecos simbólicos da narrativa.
O Eco de Deus pode ser considerado ficção científica?
Sim, mas vai além do gênero ao incluir reflexões espirituais bem como filosóficas sobre a existência.
O Eco de Deus une ciência, espiritualidade e mistério em uma narrativa profunda que questiona a realidade e o sentido da existência.
Rogério Victorino
Jornalista especializado em entretenimento. Adora filmes, séries, decora diálogos, faz imitações e curte trilhas sonoras. Se arriscou pelo turismo, estilo de vida e gastronomia.
VER PERFILISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Antes de continuar, esteja ciente de que o conteúdo discutido entre você e o profissional é estritamente confidencial. A Era Sideral não assume qualquer responsabilidade pela confidencialidade, segurança ou proteção do conteúdo discutido entre as partes. Ao clicar em CONTINUAR, você reconhece que tal interação é feita por sua própria conta e risco.
Aviso de conteúdo
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita. O site não se responsabiliza pelas opiniões dos autores deste coletivo.
Veja Também
A Arte de Empreender do Zero: livro de Elias Torres não promete fórmulas rápidas para um crescimento pleno
A Arte de Empreender do Zero analisa como disciplina, propósito e execução diária transformam ideias simples em negócios reais.
Afortunada: livro de Clemilda Thomé afasta o tom de autoajuda simplificada em um guia de mentalidade
Biografia de Clemilda Thomé revela como fé, disciplina e ação diária transformaram adversidade em propósito e legado empreendedor.
Influência: livro organizado por Joel Jota discute influência, autoridade e liderança baseada em conexão, consistência e propósito
Coletânea organizada por Joel Jota discute influência autêntica, autoridade real e liderança baseada em conexão, consistência e propósito.
Educar Com Jogo de Cintura: livro de Raquel Petersen encoraja pais a aceitar imperfeições e fugir do ideal
Raquel Petersen em Educar Com Jogo de Cintura desconstrói educação positiva e propõe aceitar imperfeições na parentalidade cotidiana.

