5 filmes que abordam doenças crônicas com sensibilidade e profundidade

Cinco filmes emocionantes mostram como doenças crônicas moldam relações, escolhas e trajetórias, revelando coragem, amor e transformação.
5 filmes que abordam doenças crônicas com sensibilidade e profundidade
Foto: Intocáveis (2011) / Divulgação / Netflix

As doenças crônicas desafiam o corpo, mas também transformam vínculos, identidades e modos de existir. O cinema, quando trata desse tema com respeito e nuance, cria histórias que emocionam e provocam reflexão. A seguir, cinco filmes que retratam como o amor, a amizade e a coragem se entrelaçam com o enfrentamento dessas condições.

Intocáveis (2011)

O francês Intocáveis acompanha Philippe, um milionário que vive com tetraplegia após um acidente, e Driss, o cuidador que muda sua rotina e sua percepção de vida. A relação entre os dois cresce com humor e afeto, enquanto o filme mostra como uma doença crônica pode gerar novas formas de convivência e aprendizado. A história destaca a força do cotidiano e lembra que a autonomia também nasce do afeto compartilhado.

A Culpa é das Estrelas (2014)

Baseado no romance de John Green, A Culpa é das Estrelas apresenta Hazel, uma jovem com câncer que, apesar das limitações da doença, decide viver com intensidade. Quando ela conhece Augustus, suas perspectivas mudam, e o filme mostra como o amor pode florescer mesmo diante da fragilidade física. A narrativa, ao mesmo tempo delicada e realista, convida o espectador a enxergar o valor dos pequenos momentos.

Como Eu Era Antes de Você (2016)

Em Como Eu Era Antes de Você, Louisa Clark começa a trabalhar como cuidadora de Will Traynor, um jovem que vive com tetraplegia após um acidente. Embora Will enfrente uma dor emocional profunda, Louisa transforma sua rotina com alegria e persistência. O filme discute autonomia, limites e escolhas difíceis, enquanto revela que as doenças crônicas afetam muito mais do que o corpo.

A Teoria de Tudo (2014)

Inspirado na vida de Stephen Hawking, A Teoria de Tudo mostra a evolução de sua esclerose lateral amiotrófica (ELA) e o impacto dessa condição em sua trajetória científica e em seu casamento com Jane Hawking. Mesmo enquanto a doença avança, Hawking desafia expectativas e reconstrói sua relação com o próprio corpo e com o tempo. O filme enfatiza resiliência, inteligência e amor diante de limitações severas.

O Filho Eterno (2016)

No brasileiro O Filho Eterno, a paternidade se entrelaça com o diagnóstico de síndrome de Down do recém-nascido. O filme acompanha a jornada emocional do pai, que precisa enfrentar suas frustrações, medos e preconceitos enquanto aprende a amar o filho de forma plena. Embora não trate de uma doença, mas sim de uma condição permanente, a obra dialoga com o tema ao mostrar que a cronicidade também está na relação contínua com o cuidado, a adaptação e a aceitação.

Rogério Victorino

Jornalista especializado em entretenimento. Adora filmes, séries, decora diálogos, faz imitações e curte trilhas sonoras. Se arriscou pelo turismo, estilo de vida e gastronomia.

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