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Papa Francisco condena bullying e pede educação para a paz nas escolas
No encontro com professores e pais de escolas católicas italianas, o Papa Francisco destacou o papel transformador da educação e a necessidade de promover uma cultura de inclusão e paz. O evento ocorreu no Vaticano, em 4/1, segundo Jane Nogara, para o Vatican News, e reuniu três associações educacionais.
Os fundamentos da pedagogia de Deus
Francisco abriu seu discurso destacando o método educacional de Deus, baseado na proximidade, compaixão e ternura. Ele explicou que Jesus, ao nascer na pobreza, nos ensina uma pedagogia centrada na humildade e na aceitação. Essa abordagem valoriza o essencial e promove a dignidade de todas as pessoas, especialmente as mais marginalizadas.
O papel da educação no Jubileu da Esperança
O Papa relacionou a missão dos educadores ao caminho do Jubileu de 2025, enfatizando que um bom professor é um exemplo de esperança. Ele encorajou os presentes a manterem seus olhares fixos em Jesus, fonte de inspiração diária. “A esperança supera o otimismo e abre os corações para a vida e a beleza eterna”, afirmou Francisco.
A escola como espaço de transformação e paz
Francisco enfatizou que a escola deve ser um espaço para construir uma nova cultura, baseada na inclusão, no diálogo entre gerações e na responsabilidade coletiva. Ele destacou a importância de enfrentar desafios globais, como crises ambientais e sociais, e frisou que a paz começa dentro da escola. “Praticar bullying é preparar-se para a guerra, não para a paz”, alertou.
O futuro da sociedade começa na escola
O Papa pediu aos educadores que olhem para o presente da escola como uma oportunidade de moldar o futuro da sociedade. Ele incentivou os professores a acolherem os jovens profissionais e as famílias que enfrentam dificuldades no campo educacional.
Unir forças pelo bem comum
Francisco concluiu seu discurso com um chamado à colaboração entre associações. Ele encorajou a criação de um pacto coletivo para fortalecer a missão educacional e promover o papel da Igreja na construção de uma sociedade mais justa e esperançosa. “A esperança nunca para, ela nos impulsiona a caminhar com confiança”, finalizou o Papa.
Rogério Victorino
Jornalista especializado em entretenimento. Adora filmes, séries, decora diálogos, faz imitações e curte trilhas sonoras. Se arriscou pelo turismo, estilo de vida e gastronomia.
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