Ano do Cavalo de Fogo 2026: por que este será um ano de ruptura e ação imediata?

2026 é o Ano do Cavalo de Fogo! Saiba por que o tempo de planejar acabou e por que a cavalgada exige coragem e responsabilidade total.
Ano do Cavalo de Fogo 2026: por que este será um ano de ruptura e ação imediata?
Foto Era Sideral / Direitos Reservados

O tempo não é relativo.

O tempo é a medida necessária para a organização da vida; sem tempo, haveria o caos. O tempo está embutido em tudo. É possível ver, por exemplo, a cadência do dia que regula o ciclo circadiano, o qual, por sua vez, regula “os tempos” do corpo humano.

Seja o tempo do Sol, que vem e vai e faz o dia, ou o ciclo da Lua, que cresce e decresce e faz o mês.

O tempo é um regulador que também pode criar disciplina. As rotinas permitem a repetição de um padrão que pode ser útil à ação humana: a experiência. Seja na cozinha, no jardim, no escritório ou em um canteiro de obras; seja em um campeonato de judô, a preparação e o timing das oportunidades se envolvem com os tempos de Júpiter, Saturno, Vênus, Marte, Urano, Netuno, Mercúrio e Plutão – este último, o senhor de um ciclo orbital completo de cerca de 248 a 249 anos, que afeta gerações inteiras.

Um entrelaçado de tempos se relacionando no espaço do planeta Terra.

Por isso, o tempo não é relativo. É objetivo, e convém entrar nos ritmos para que a dança da vida esteja em sintonia com o Universo.

No entanto, os humanos, seres criativos, podem criar suas próprias convenções sobre como regular o tempo, e está tudo bem. No final, o tempo está sempre presente, independentemente do povo ou da época histórica. Vale notar, porém, que o calendário da Igreja Católica Apostólica Romana não tem relação direta com os ciclos da Natureza, pois foi criado para manter o poder e dominar os povos, retirando deles a experiência de conexão com os ciclos naturais do Céu e da Terra.

Na medição do tempo da antiga China, o ano do Cavalo de Fogo ainda segue os ritmos do Sol e da Lua, como, aliás, todos os calendários da antiguidade faziam. Mas voltando ao tempo atual:

Tudo começou em 2020, um ano extraordinário e fora da norma, marco do início da vibração da Era de Aquário – tempo que nos convidou a questionar o submundo das crenças coletivas. Crenças nos sistemas políticos, econômicos e sociais. E, realmente, isso aconteceu: uma pandemia abalou os alicerces de uma sociedade doente e frágil, não apenas em termos de saúde, mas de economia e segurança.

Uns sentiram esse abalo da pior maneira, pois o medo os enfeitiçou e paralisou; para outros, foi uma oportunidade de parar a “roda do rato” (coincidentemente, era o ano do Rato). Sair da roda para pensar na forma como estavam gerenciando suas vidas, ressignificando sonhos e objetivos, e questionando o status quo.

O ano seguinte, o ano do Búfalo, potencializou a ilusão da segurança, da estabilidade e do conservadorismo. O medo não tinha se dissipado e quase todos queriam manter tudo como era antes da pandemia. Mas a ilusão é como a fumaça: se dissipa. E logo veio a fera do Tigre, arrojado, chamando a atenção para a necessidade de mudança, onde foram ensaiados os primeiros passos no inusitado.

Já em 2023, o ano do Coelho convidou a olhar para o valor da família, dos laços que vale a pena manter, do lar – não só das pessoas, mas também da nossa casa maior, o planeta Terra. O ano do Dragão, por sua vez, convidou ao arrojo de não voltar atrás; mesmo com medo, avançar para o desconhecido e começar a arriscar. Por fim, o ano de 2025, o ano da Serpente, convidou ao aperfeiçoamento interno, a mudar de pele, transformar crenças limitantes e proceder à alquimia interna de conexão.

Foram cinco anos de preparação, questionando o modo de fazer e de se relacionar, testando limites e buscando confiança para entrar sem ilusões na Era de Aquário. Quem fez seu trabalho, avança; quem não fez, lamento: ou enlouquece ou morre. O ano do Cavalo de Fogo não convida, ele empurra.

Parafraseando parte do discurso de Mark Carney em Davos: “estamos no meio de uma ruptura, não de uma transição”. Tivemos cinco anos para fazer essa transição; agora é ou vai ou racha.

Eu gostaria de fazer previsões que gerassem aquela “fé podre” que tem guiado os dias dos adormecidos que alimentam um sistema corrupto e decrépito, mas não dá mais. O desconforto será grande para quem resiste à mudança. A raiva e a revolta transbordarão dos injustiçados; o desespero apertará os corações dos que aguentaram a pressão por tempo demais, e os sonhos adiados gritarão mais alto.

Não será tempo de meias medidas, nem de ilusões que tentam disfarçar as injustiças instaladas na humanidade durante séculos. Pode ser guerra, podem ser vulcões, podem ser avalanches de gente enfurecida, mas nada vai ficar como antes. Não há volta; o caminho é para frente.

Quem está preparado aproveita as oportunidades. Quem está distraído ou não se preparou perde a chance de avançar e, se sobreviver, pode escolher o medo e paralisar, ou continuar na vitimização para não assumir a responsabilidade e culpar os políticos, a economia ou o sistema.

Assumir a responsabilidade e entrar em ação seguindo o coração é a máxima do ano do Cavalo de Fogo. Na numerologia, é um ano 1, por isso inicia-se um novo ciclo. O planeta regente é Marte, senhor da Guerra.

O signo de Cavalo já é do elemento Fogo e, neste ano, tem o Fogo em dobro, o que potencializa ainda mais as características do signo: velocidade, liberdade, ação e impetuosidade. A aceleração é tão grande que aqueles que não gostam de velocidade podem entrar em pânico ou ficar ansiosos. O tempo para planejar já passou; é tempo de agir. Segure-se bem na sela: a cavalgada será alucinante.

FAQ sobre o Ano do Cavalo de Fogo 2026

1. O que significa o “Fogo em dobro” no ano de 2026?
Na Astrologia Chinesa, cada ano possui um signo e um elemento regente. Em 2026, o signo é o Cavalo (que inerentemente pertence ao elemento Fogo) e o elemento do ano também é o Fogo. Essa combinação potencializa ao máximo as características de velocidade, impetuosidade e transformação radical, criando um cenário de aceleração intensa e mudanças que não aceitam adiamentos.

2. Por que o texto afirma que 2026 é um ano de “ruptura” e não de “transição”?
Segundo a análise de Suzana Mendes, os últimos cinco anos (de 2020 a 2025) serviram como o período de transição e preparação interna. Em 2026, com a regência do Cavalo de Fogo e a influência numerológica do ano 1 (início de ciclo), a energia muda de “preparação” para “execução forçada”. Não há mais tempo para planejar; as estruturas obsoletas serão rompidas, quer estejamos prontos ou não.

3. Como a numerologia e a regência planetária influenciam este ano?
2026 é um ano de vibração número 1 na numerologia (2+0+2+6 = 10 -> 1), simbolizando novos começos e liderança. Além disso, é regido por Marte, o planeta da guerra e da ação. Isso reforça a mensagem de que será um período de luta por ideais, onde a passividade será substituída por uma necessidade visceral de agir e defender o que se acredita.

4. Quais são os riscos para quem resiste às mudanças de 2026?
Aqueles que tentarem manter o status quo ou se apegarem a ilusões de segurança do passado enfrentarão grandes desconfortos. O texto alerta que a resistência pode levar a estados de pânico, ansiedade severa e vitimização. A energia do Cavalo de Fogo é descrita como um “empurrão” que pode ser traumático para quem não realizou o trabalho de desapego nos anos anteriores.

5. Qual é a melhor forma de se preparar para a “cavalgada alucinante” de 2026?
A chave para atravessar 2026 com sucesso é assumir a total responsabilidade pela própria vida e agir de acordo com a verdade do coração, abandonando crenças limitantes adestradas por sistemas externos. Estar “bem segurado na sela” significa ter clareza interior, coragem para arriscar e agilidade para acompanhar o fluxo veloz dos acontecimentos mundiais.

Suzana Mendes

Pratico Feng Shui e Astrologia Chinesa desde 2009. Sigo contribuindo para um mundo melhor fazendo consultas de Autoconhecimento e Feng Shui, para que mais pessoas possam florescer e prosperar.

Especialidades: Astrologia, Fengshui, Geobiologia, Iching, Nutricao, Radiestesia

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