Artrite: como o corpo endurece o que o coração não consegue aceitar

Veja como a artrite se relaciona às emoções reprimidas, autocrítica e resistência interna, e como a flexibilidade emocional ajuda na cura.
Artrite: como o corpo endurece o que o coração não consegue aceitar
Foto: Canva

A artrite não é apenas uma inflamação dolorosa nas articulações: sob o olhar psicossomático, ela pode ser um reflexo profundo de emoções guardadas, resistência interior e excesso de autocrítica. É como se o corpo gritasse aquilo que a alma resiste em soltar.

O que está por trás da rigidez das articulações?

De acordo com autores como Louise Hay (N.E.: escritora e palestrante motivacional norte-americana, autora de Você Pode Curar Sua Vida), Valcapelli (N.E.: psicólogo, metafísico e cromoterapeuta) e Gasparetto (N.E.: psicólogo, médium psicopictográfico, escritor e locutor brasileiro), em Metafísica da Saúde, e Cristina Cairo (N.E.: especialista na linguagem do corpo e na transição planetária, autora de A Linguagem do Corpo), a artrite costuma ter relação com:Rancores e mágoas acumuladas

  • Autojulgamento severo
  • Sentimento de injustiça (“nada do que faço é suficiente”)
  • Medo profundo de mudanças e da perda de controle

A rigidez física é, muitas vezes, a manifestação de uma rigidez emocional: pensamentos fixos, crenças antigas e a dificuldade de abrir espaço para o novo.

Artrite reumatoide e o excesso de cobrança interna

Autores como Lise Bourbeau (N.E: especialista em consciência corporal e autocura, autora de Ouça Seu Corpo) e Claudia Rainville (N.E.: microbiologista, escritora, professora e fundadora da metamedicina, autora de Dicionário de Metamedicina) destacam que a artrite reumatoide, que afeta várias articulações simetricamente, costuma surgir em pessoas muito críticas consigo mesmas e que exigem perfeição dos outros e de si.

Essa cobrança gera:

  • Tensão constante
  • Falta de flexibilidade emocional
  • Culpa ao expressar necessidades próprias

É como se o corpo dissesse: “Eu não posso ceder, preciso permanecer firme — mesmo que isso me doa.”

Abrir mão do controle para libertar o corpo e a alma

O processo terapêutico pode ajudar a dissolver crenças cristalizadas, como:

  • “Se eu relaxar, vou perder tudo.”
  • “Preciso provar meu valor o tempo todo.”
  • “Se eu mudar, serei rejeitado.”

Alguns caminhos para cultivar mais flexibilidade:

  • Práticas de alongamento suave e respiração consciente
  • Escrever sobre medos relacionados à mudança
  • Afirmações positivas como: “Eu me permito mudar com leveza e confiança.”

Conclusão: suavidade transforma dor em movimento

A artrite é um convite à suavidade interna: aprender a perdoar, acolher imperfeições e permitir que a vida flua. É um lembrete de que flexibilidade não é fraqueza — é sabedoria.

FAQ sobre artrite e emoções

Artrite é sempre causada por questões emocionais?
Não exclusivamente. Há causas genéticas, autoimunes e inflamatórias. Mas padrões emocionais podem agravar e até perpetuar sintomas.

Qual a diferença entre artrose e artrite no olhar emocional?
A artrite costuma relacionar-se a inflamação ligada à raiva, culpa e crítica; a artrose (degenerativa) tem mais relação com ressentimentos antigos e endurecimento ao longo dos anos.

Posso me curar trabalhando só a mente?
Trabalhar emoções é uma parte importante, mas deve ser integrado ao tratamento médico, exercícios e autocuidado.

A artrite pode ser curada emocionalmente?
Embora a artrite não tenha cura definitiva, o tratamento emocional pode aliviar os sintomas, reduzir crises e melhorar a qualidade de vida.

O que fazer para melhorar minha flexibilidade emocional em casos de artrite?
Além de buscar ajuda terapêutica, é importante praticar a aceitação, trabalhar a autocrítica, aprender a perdoar e investir em exercícios físicos que promovam flexibilidade.

Vera Lucia Oliveira

Terapeuta Integrativa e instrutora de ThetaHealing. Acolho histórias e facilito curas com leveza, promovendo equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual.

Especialidades: Apometria, Radiestesia, ThetaHealing

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